Resenha do livro Belo Desastre

26 de março de 2016 0 comentários


Vou falar logo de cara que não gostei muito desse livro. Li porque não gosto de interromper a leitura de um livro. Quando começo vou até o fim. Tenho esperanças de no final da história tudo se reverter. Também não gosto de escrever resenhas com comentários negativos. Mas decidi escrever esta como um alerta para as garotas: Não aceitem um homem como Travis em suas vidas!

Abby é uma garota de 19 anos, uma boa amiga, uma boa aluna universitária. Tudo está certinho na vida dela até sua amiga, America, convidá-la para ver o primo de seu namorado lutando em um clube de lutas que acontece às escondidas na faculdade.

Travis, o lutador, é do tipo bad-boy-garanhão-todo-tatuado, ou seja, um cara para quem, normalmente, Abby não daria atenção.

Mas é claro que esse tipo de garoto gosta de desafios, e ao perceber que Abby não dá bola para ele, a garota se torna o objeto de desejo dele.

Depois de perder uma aposta para Travis, Abby tem que passar um mês no apartamento dele. Aí não precisa ter bola de cristal para adivinhar o que vai rolar. É claro que a mocinha se envolve.

Travis é o tipo de garoto que jamais me encantaria. Em algumas cenas ele está bêbado, agressivo. Ele beijou Abby e ela diz que ele cheirava a cigarro e a uísque (eca). Fala sério! Quem se encanta por isso? O fim da picada foi quando, numa festa, o Travis enciumado dá um soco no cara que estava se insinuando para Abby e, quando o rapaz cai no chão, leva Abby junto. E ela diz que o soco quase a acertou... Meninas, por favor, não achem que esse tipo de garoto é um "bom partido".

A companheira de quarto de Abby na faculdade é a única que parece ter um pouco de juízo, e ela foi certíssima ao afirmar que Travis e Abby juntos são "um desastre". E para mim, desastre não é belo.

Travis é possessivo. Praticamente obriga Abby a assistir todas as lutas dele porque diz "que não consegue se concentrar na luta imaginando o que ela pode estar fazendo por aí, longe de sua vista." Meninas, por favor, isso não é amor. E está longe de ser uma relação saudável.

Apesar da autora ter se esforçado em escrever algumas cenas até um pouco românticas, não apaga o lado destrutivo da relação. Pelo menos para mim.

Outra coisa: Com apenas poucos dias de namoro oficial, Travis tatua o nome de Abby em seu corpo. Precisa dizer mais alguma coisa?


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