Resenha do livro O Vampiro Lestat

28 de janeiro de 2017 0 comentários

Em O Vampiro Lestat temos a oportunidade de conhecer a vida de Lestat quando ele ainda era um garoto mortal, vivendo com sua família. Acho que o vampirismo não o mudou muito, apenas acentuou o que Lestat já era. Ele sempre foi diferente dos irmãos, ele era sensível e ao mesmo tempo um jovem de coragem. Lestat tinha um espírito de artista e a única pessoa capaz de entender isso era sua mãe, Gabrielle. Por isso ela o apoiou quando ele decidiu ir à Paris viver o sonho de se tornar ator.

Em paris, Lestat foi transformado. Herdou uma fortuna e a imortalidade. A partir daí começamos a perceber o verdadeiro caráter de Lestat, pois ele não abandonou os amigos, nem sua família. Mas os ajudou imensamente. Até suas vítimas eram escolhidas criteriosamente. 

A vida do rapaz dá uma reviravolta quando ele encontra Armand e seus seguidores. Lestat percebe que aqueles vampiros seguem uma tradição obsoleta e, como gosta de quebrar regras, Lestat praticamente os obriga a enxergar além das antigas tradições. Os vampiros saem das sombras e passam a viver entre os humanos. 

Essa não é a única regra que Lestat quebra. Ele simplesmente gosta de desafios. Comete erros. No entanto, não foge das consequências. No final do livro fica evidente todas as loucuras que Lestat é capaz de fazer. Ele não tem noção ou não se importa com o perigo.

Mas, vamos lá... O que eu realmente achei do livro? A história de Lestat não é tão empolgante assim. O que torna a leitura interessante é a riqueza da linguagem da autora. Ela trabalha os sentimentos dos personagens de forma detalhada sem ser maçante. E isso nos dá a sensação de conhecer os personagens intimamente. No entanto, acredito que o livro não precisava ter 468 páginas. Dava para ter "enxugado" muitas coisas. O final foi mais interessante e deixou o desejo de ler o próximo livro, A Rainha dos Condenados

Leia também:


0 comentários:

Postar um comentário

 

©Copyright 2011 Apreciando a Leitura | TNB