Resenha do livro Sempre teremos o verão

4 de janeiro de 2017 0 comentários

Difícil dizer porque gostei dessa trilogia. Não há nada demais nela. Apenas a história de uma garota dividida entre o amor de dois irmãos. Mas simplesmente não consegui largar esses livros até saber com quem ela decidiu ficar!

Jenny Han tem uma narrativa gostosa, isso facilita a leitura. Você lê tão rápido que quando menos espera o livro acabou. O modo como ela narrou intercalando presente, passado e futuro foi sensacional. Amei.

Mas, vamos à história em si? Belly e Jeremiah estão namorando há dois anos. Eles estão na mesma faculdade. Tudo parecia estar indo muito bem até Belly descobrir que Jeremiah errou feio. Ela se decepcionou, nós nos decepcionamos... Sabe quando a gente descobre que o garoto perfeito não foi perfeito? Pois é. Fiquei desapontada com o Jeremiah. No entanto, Belly o perdoou (rápido demais até) e o garoto a pediu em casamento. Toda a família foi contra, por eles serem muito jovens. E, com os acontecimentos, a gente via que o casal não estava pronto mesmo. Jeremiah muito meninão levando tudo na brincadeira. E Belly deixando que Taylor cuidasse de tudo, porque ela estava superperdida. 

A sinopse diz que Belly está mais madura. Mentira. Ela age como uma menina mimada que decidiu que quer brincar de casinha com o Jeremiah. E pior, mesmo sabendo que não esqueceu o Conrad. Ela ama os dois. Ponto.

E por falar em Conrad. Ele sim amadureceu. Mais na dele. Menos implicante. Sabendo lidar melhor com os sentimentos. Foi sensível. Chorou. Desabafou com a pessoa certa. Amadureceu no relacionamento com o pai. Não se afastou de Laurel (mãe da Belly). Ele foi um príncipe.

O que dizer do final? Foi bom. Apesar da autora enrolar demais com os preparativos do casamento e narrar o desfecho correndo em uma página, deu para ficar claro como tudo terminou. 

Acho que o que me deixou já com saudades dos personagens assim que terminei a leitura foi o fato de toda a história ser bem família. Você acaba se apegando. Os personagens não fugiram do padrão de realidade. Cada qual cumpriu o seu papel direitinho. Steven era o irmão chato que pegava no pé, mas, quando era preciso ser irmão, ele era. Taylor era a melhor amiga, mas relação das duas não era perfeita, elas brigavam, passavam um tempo sem se falar, depois voltavam a ser amigas. E assim por diante. Nada fantasioso. Todos com seus defeitos e qualidades, como na vida real. 

Recomendo a leitura!

Os dois primeiros livros dessa trilogia são:




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